Electrolux, o governo Lula e as vacas de presépio.
Electrolux, o governo Lula e as vacas de presépio. A história da fábrica húngara que fechou por causa das leis trabalhistas brasileiras.
Uma manchete verdadeira, conclusões precipitadas e culpados escolhidos antes mesmo da leitura. O caso Electrolux revela como convicções políticas podem substituir os fatos nas redes sociais.
O Caminho Feliz
Uma ferramenta de IA gera um relatório, um formulário ou uma automação em cinco minutos. A demonstração impressiona e, naquele momento, tudo realmente funciona. Mas o que acontece no mês seguinte, quando os dados mudam, surge uma exceção ou outra pessoa precisa usar e manter aquilo?
No artigo O Caminho Feliz, escrevo sobre o trabalho que começa quando a demonstração termina. Não é uma crítica à IA, que uso todos os dias, nem uma defesa da burocracia tradicional. É uma reflexão sobre a diferença entre provar que uma ideia pode funcionar e transformá-la em uma solução capaz de sobreviver fora das condições perfeitas.
Leia o artigo, conte nos comentários como você enxerga essa questão e, se a discussão fizer sentido, curta e compartilhe para que ela chegue a mais pessoas.
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Só o Cleiton consegue dar manutenção nessa tralha!
Só o Cleiton consegue dar manutenção” é uma frase que eu ouço há anos na tecnologia e que sempre aluga um triplex na minha cabeça. Se ela também te incomoda, leia o artigo completo, curta, compartilhe e me conte o que você pensou quando leu essa frase.
Quem envelheceu fui eu. Minha vontade de aprender não.
No texto reflito sobre envelhecimento, tecnologia e aprendizado contínuo a partir da minha trajetória como profissional de TI, artista e autodidata. O post questiona a ideia de que idade significa obsolescência e defende que a verdadeira velhice começa quando a curiosidade desaparece — não quando o cabelo embranquece ou o mundo muda.
Ratinho Para Presidente!
O homem que não tem medo de dizer bobagem com…
A Dificuldade de Criar Laços: Um Padrão de Comportamento e Suas Raízes no CPTSD.
Através de uma análise pessoal e referências de especialistas como Tim Fletcher, o autor explora a dificuldade em estabelecer novos laços afetivos devido ao Transtorno de Estresse Pós-Traumático Complexo (CPTSD). Traumas acumulados ao longo de anos, especialmente em relacionamentos abusivos, moldam o comportamento, levando à autossabotagem emocional e ao medo de criar novas conexões. O cérebro, na tentativa de se proteger, evita vulnerabilidades e impede a formação de vínculos profundos.
O Que a Gente Permite: A ilusão do controle
“Só fazem com a gente o que a gente permite.” Essa expressão, tão frequentemente repetida, carrega um peso que parece simples, mas esconde uma complexidade que nem sempre percebemos de imediato. Ao ouvi-la, somos levados a acreditar que temos total domínio sobre as situações que nos cercam, como se bastasse decidir não permitir algo para que ele não ocorra.
Reflexões sobre Autoestima na Comunidade Gay: Narcisismo e Codependência
Recentemente, assisti a um vídeo no Canal do Marcio Rolim – ex Bicha 40Tona – que me chamou a atenção por tratar de forma humorada um tema que, na verdade, é bastante relevante e merece reflexão. O vídeo discutia a tendência de alguns gays de postar fotos nas redes sociais que projetam um status social maior do que realmente possuem. Essa prática, comum em muitos círculos, serviu como um ponto de partida para eu explorar questões mais profundas relacionadas à autoestima e à imagem que as pessoas buscam construir para si mesmas online.
Cativeiro Invisível: A Codependência e o Peso de Viver para os Outros
A codependência, embora menos visível que o narcisismo, pode ser igualmente devastadora. Diferente do narcisista, que busca reconhecimento através da grandiosidade, o codependente encontra valor em se sacrificar pelos outros, muitas vezes à custa de si mesmo. Esse padrão de comportamento surge de uma necessidade profunda de ser necessário, de ser indispensável na vida dos outros, como uma forma de compensar a falta de autoestima.
Reflexos Quebrados: O Narcisismo e a Busca Incessante por Validação
O narcisismo, quando observado de perto, revela-se como uma máscara cuidadosamente construída para ocultar profundas inseguranças. A pessoa que exibe comportamentos narcisistas frequentemente projeta uma imagem de superioridade e autoconfiança, mas, na verdade, essa fachada serve para proteger um núcleo frágil e vulnerável. No fundo, o narcisista luta contra sentimentos de inadequação e um medo constante de rejeição.










