Arquivos do autor: Régis Araújo

Imagem feita por IA: presépio artesanal de barro em destaque entre diversas peças de cerâmica expostas em uma barraca de feira ao ar livre, com pessoas e outras barracas desfocadas ao fundo em um dia ensolarado.

Electrolux, o governo Lula e as vacas de presépio. A história da fábrica húngara que fechou por causa das leis trabalhistas brasileiras.

Uma manchete verdadeira, conclusões precipitadas e culpados escolhidos antes mesmo da leitura. O caso Electrolux revela como convicções políticas podem substituir os fatos nas redes sociais.

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Imagem criada por IA. O Caminho Feliz é o cenário ideal de um processo, sistema ou software, onde tudo funciona perfeitamente, sem erros, falhas ou exceções.

Uma ferramenta de IA gera um relatório, um formulário ou uma automação em cinco minutos. A demonstração impressiona e, naquele momento, tudo realmente funciona. Mas o que acontece no mês seguinte, quando os dados mudam, surge uma exceção ou outra pessoa precisa usar e manter aquilo?

No artigo O Caminho Feliz, escrevo sobre o trabalho que começa quando a demonstração termina. Não é uma crítica à IA, que uso todos os dias, nem uma defesa da burocracia tradicional. É uma reflexão sobre a diferença entre provar que uma ideia pode funcionar e transformá-la em uma solução capaz de sobreviver fora das condições perfeitas.

Leia o artigo, conte nos comentários como você enxerga essa questão e, se a discussão fizer sentido, curta e compartilhe para que ela chegue a mais pessoas.

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Mãos digitando um programa em linguagem Assembly em um ambiente de escritório. Imagem gerada por IA.

Só o Cleiton consegue dar manutenção” é uma frase que eu ouço há anos na tecnologia e que sempre aluga um triplex na minha cabeça. Se ela também te incomoda, leia o artigo completo, curta, compartilhe e me conte o que você pensou quando leu essa frase.

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Imagem criada com inteligência artificial mostrando Régis Araújo em um ambiente que mistura tecnologia, arte e memória analógica. Cercado por disquetes, HDs antigos, computador e referências visuais pop e LGBTQIAPN+, ele aparece em pose reflexiva e bem-humorada, simbolizando alguém que envelheceu acompanhando diferentes eras da tecnologia, mas manteve intactas a curiosidade, a criatividade e a vontade de aprender.

No texto reflito sobre envelhecimento, tecnologia e aprendizado contínuo a partir da minha trajetória como profissional de TI, artista e autodidata. O post questiona a ideia de que idade significa obsolescência e defende que a verdadeira velhice começa quando a curiosidade desaparece — não quando o cabelo embranquece ou o mundo muda.

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A imagem feita por IA mostra Os Candangos diante do Congresso Nacional (num angulo arquitetado pela IA), em Brasília, sob um céu pesado e dramático, criando uma atmosfera de tensão política, desencanto e desgaste institucional.

No texto eu questiono a simplificação política que transforma Lula automaticamente no “pior presidente da história do Brasil”. Em vez de defender cegamente o presidente, o artigo propõe uma reflexão sobre memória seletiva, polarização, desinformação e os critérios usados para julgar governos em um país marcado por crises, corrupção, desigualdade e disputas ideológicas constantes.

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Esta imagem é uma ilustração satírica em estilo de desenho animado que retrata um rato grande e antropomórfico como um candidato presidencial brasileiro. O rato, usando óculos de sol e uma coroa, está sentado em um trono dourado adornado com a bandeira do Brasil. Ele veste uma faixa presidencial verde e amarela com o brasão de armas do Brasil e segura um cetro dourado com o brasão brasileiro. Uma grande multidão de ratos menores o rodeia, a maioria segurando smartphones e tirando fotos dele. Placas e faixas em português estão espalhadas pela multidão com slogans como "RATINHO PARA PRESIDENTE!", "O HOMEM QUE NÃO TEM MEDO DE DIZER O QUE PENSA", "É ISSO AI!", "FALA A VERDADE!", "CHEGA DE MIMIMI!" e "COMPARTILHA!". No canto inferior esquerdo, um rato veste uma camisa com o logotipo do Facebook. O cenário é um palco ou auditório com um pano de fundo de tecido e as bandeiras do Brasil e de Minas Gerais penduradas atrás do trono.

O homem que não tem medo de dizer bobagem com…

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Vivemos tempos em que a cultura do cancelamento desafia nossas percepções sobre ética e arte. Mas até onde isso interfere na forma como admiramos a obra de alguém? E mais: como separar a imagem pública do impacto que suas criações tiveram sobre nós?

Vivemos tempos em que a cultura do cancelamento desafia nossas percepções sobre ética e arte. Mas até onde isso interfere na forma como admiramos a obra de alguém? E mais: como separar a imagem pública do impacto que suas criações tiveram sobre nós?

Essa reflexão começou a surgir enquanto dou meus primeiros passos no caminho das artes, vou descobrindo o peso que certas obras têm sobre a gente, mesmo quando seus criadores estão longe de serem exemplos de conduta.

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Ilustração de livros em chamas representando a censura destacada no texto, que aborda a importância de O Avesso da Pele na educação e os perigos de silenciar temas cruciais como racismo e desigualdade

Tive a oportunidade de ler este ano o livro “O Avesso da Pele”, de Jeferson Tenório, que ganhou destaque em meio a uma polêmica envolvendo a censura do livro em algumas escolas públicas do Brasil. A obra, que ganhou o prêmio Jabuti integra o PNLD (Programa Nacional do Livro e do Material Didático), é recomendada para alunos do ensino médio, adolescentes à partir dos 14 anos, e aborda temas cruciais como racismo estrutural, violência policial e desigualdade social.

O Avesso da Pele, de Jeferson Tenório, é mais que literatura: é um convite ao debate sobre racismo e desigualdade. A censura enfrentada pela obra reforça a urgência de defendermos a liberdade de expressão e o papel da educação em formar cidadãos críticos. Vamos refletir sobre o impacto de silenciar vozes e histórias essenciais para uma sociedade mais justa.

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A Jornada do Artista: Transformação e Criatividade A imagem simboliza a travessia única que cada artista percorre: um palco iluminado pelo foco da criação, em meio a um universo surreal de possibilidades e desafios. Assim como na vida criativa, o cenário mistura introspecção, expressão autêntica e as paisagens muitas vezes imprevisíveis da imaginação. Inspirado pelas reflexões de A Jornada do Artista, de Steven Pressfield, e pelas histórias de grandes criadores, esta representação visual celebra a complexidade e a beleza do caminho artístico. Um espaço onde a luta contra a resistência interna se transforma em expressão genuína e onde cada passo carrega o potencial para criar algo extraordinário.

🎭 Explorando a Jornada do Artista: Sugestões de Leitura para Atores e Criativos 📚

A vida criativa é uma travessia transformadora, repleta de desafios emocionais, bloqueios e a busca por autenticidade. Inspirado pela leitura de A Jornada do Artista, de Steven Pressfield, criei uma bibliografia com livros que exploram temas essenciais para atores em formação: criatividade, psicologia, saúde emocional e as complexidades do mundo artístico.

Essa lista reúne títulos que ajudam a enfrentar a resistência interna, aprofundar a compreensão da jornada criativa e encontrar inspiração para superar os desafios do caminho. Seja você ator, comediante ou criador em qualquer área, essas obras podem ser grandes aliadas na sua transformação. Confira a lista completa no meu blog! 🌟

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A privacidade da família foi violada. Curiosos, crentes nas manchetes e indivíduos mal-intencionados podem ter assediado a mãe, tornando seu cotidiano insuportável. O estigma associado ao Bebê-Diabo afetou profundamente a dignidade e o bem-estar dos envolvidos.

Nasceu o Bebê-Diabo: A privacidade da família foi violada. Curiosos, crentes nas manchetes e indivíduos mal-intencionados podem ter assediado a mãe, tornando seu cotidiano insuportável. O estigma associado ao Bebê-Diabo afetou profundamente a dignidade e o bem-estar dos envolvidos.

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