Arquivos do autor: Régis Araújo

Mãos digitando um programa em linguagem Assembly em um ambiente de escritório. Imagem gerada por IA.

Só o Cleiton consegue dar manutenção” é uma frase que eu ouço há anos na tecnologia e que sempre aluga um triplex na minha cabeça. Se ela também te incomoda, leia o artigo completo, curta, compartilhe e me conte o que você pensou quando leu essa frase.

Leia mais

Imagem criada com inteligência artificial mostrando Régis Araújo em um ambiente que mistura tecnologia, arte e memória analógica. Cercado por disquetes, HDs antigos, computador e referências visuais pop e LGBTQIAPN+, ele aparece em pose reflexiva e bem-humorada, simbolizando alguém que envelheceu acompanhando diferentes eras da tecnologia, mas manteve intactas a curiosidade, a criatividade e a vontade de aprender.

No texto reflito sobre envelhecimento, tecnologia e aprendizado contínuo a partir da minha trajetória como profissional de TI, artista e autodidata. O post questiona a ideia de que idade significa obsolescência e defende que a verdadeira velhice começa quando a curiosidade desaparece — não quando o cabelo embranquece ou o mundo muda.

Leia mais

A imagem feita por IA mostra Os Candangos diante do Congresso Nacional (num angulo arquitetado pela IA), em Brasília, sob um céu pesado e dramático, criando uma atmosfera de tensão política, desencanto e desgaste institucional.

No texto eu questiono a simplificação política que transforma Lula automaticamente no “pior presidente da história do Brasil”. Em vez de defender cegamente o presidente, o artigo propõe uma reflexão sobre memória seletiva, polarização, desinformação e os critérios usados para julgar governos em um país marcado por crises, corrupção, desigualdade e disputas ideológicas constantes.

Leia mais

Esta imagem é uma ilustração satírica em estilo de desenho animado que retrata um rato grande e antropomórfico como um candidato presidencial brasileiro. O rato, usando óculos de sol e uma coroa, está sentado em um trono dourado adornado com a bandeira do Brasil. Ele veste uma faixa presidencial verde e amarela com o brasão de armas do Brasil e segura um cetro dourado com o brasão brasileiro. Uma grande multidão de ratos menores o rodeia, a maioria segurando smartphones e tirando fotos dele. Placas e faixas em português estão espalhadas pela multidão com slogans como "RATINHO PARA PRESIDENTE!", "O HOMEM QUE NÃO TEM MEDO DE DIZER O QUE PENSA", "É ISSO AI!", "FALA A VERDADE!", "CHEGA DE MIMIMI!" e "COMPARTILHA!". No canto inferior esquerdo, um rato veste uma camisa com o logotipo do Facebook. O cenário é um palco ou auditório com um pano de fundo de tecido e as bandeiras do Brasil e de Minas Gerais penduradas atrás do trono.

O homem que não tem medo de dizer bobagem com…

Leia mais

Vivemos tempos em que a cultura do cancelamento desafia nossas percepções sobre ética e arte. Mas até onde isso interfere na forma como admiramos a obra de alguém? E mais: como separar a imagem pública do impacto que suas criações tiveram sobre nós?

Vivemos tempos em que a cultura do cancelamento desafia nossas percepções sobre ética e arte. Mas até onde isso interfere na forma como admiramos a obra de alguém? E mais: como separar a imagem pública do impacto que suas criações tiveram sobre nós?

Essa reflexão começou a surgir enquanto dou meus primeiros passos no caminho das artes, vou descobrindo o peso que certas obras têm sobre a gente, mesmo quando seus criadores estão longe de serem exemplos de conduta.

Leia mais

Ilustração de livros em chamas representando a censura destacada no texto, que aborda a importância de O Avesso da Pele na educação e os perigos de silenciar temas cruciais como racismo e desigualdade

Tive a oportunidade de ler este ano o livro “O Avesso da Pele”, de Jeferson Tenório, que ganhou destaque em meio a uma polêmica envolvendo a censura do livro em algumas escolas públicas do Brasil. A obra, que ganhou o prêmio Jabuti integra o PNLD (Programa Nacional do Livro e do Material Didático), é recomendada para alunos do ensino médio, adolescentes à partir dos 14 anos, e aborda temas cruciais como racismo estrutural, violência policial e desigualdade social.

O Avesso da Pele, de Jeferson Tenório, é mais que literatura: é um convite ao debate sobre racismo e desigualdade. A censura enfrentada pela obra reforça a urgência de defendermos a liberdade de expressão e o papel da educação em formar cidadãos críticos. Vamos refletir sobre o impacto de silenciar vozes e histórias essenciais para uma sociedade mais justa.

Leia mais

A Jornada do Artista: Transformação e Criatividade A imagem simboliza a travessia única que cada artista percorre: um palco iluminado pelo foco da criação, em meio a um universo surreal de possibilidades e desafios. Assim como na vida criativa, o cenário mistura introspecção, expressão autêntica e as paisagens muitas vezes imprevisíveis da imaginação. Inspirado pelas reflexões de A Jornada do Artista, de Steven Pressfield, e pelas histórias de grandes criadores, esta representação visual celebra a complexidade e a beleza do caminho artístico. Um espaço onde a luta contra a resistência interna se transforma em expressão genuína e onde cada passo carrega o potencial para criar algo extraordinário.

🎭 Explorando a Jornada do Artista: Sugestões de Leitura para Atores e Criativos 📚

A vida criativa é uma travessia transformadora, repleta de desafios emocionais, bloqueios e a busca por autenticidade. Inspirado pela leitura de A Jornada do Artista, de Steven Pressfield, criei uma bibliografia com livros que exploram temas essenciais para atores em formação: criatividade, psicologia, saúde emocional e as complexidades do mundo artístico.

Essa lista reúne títulos que ajudam a enfrentar a resistência interna, aprofundar a compreensão da jornada criativa e encontrar inspiração para superar os desafios do caminho. Seja você ator, comediante ou criador em qualquer área, essas obras podem ser grandes aliadas na sua transformação. Confira a lista completa no meu blog! 🌟

#JornadaDoArtista #LeituraCriativa #Atores #Arte #Criatividade #PsicologiaDoArtista

Leia mais

A privacidade da família foi violada. Curiosos, crentes nas manchetes e indivíduos mal-intencionados podem ter assediado a mãe, tornando seu cotidiano insuportável. O estigma associado ao Bebê-Diabo afetou profundamente a dignidade e o bem-estar dos envolvidos.

Nasceu o Bebê-Diabo: A privacidade da família foi violada. Curiosos, crentes nas manchetes e indivíduos mal-intencionados podem ter assediado a mãe, tornando seu cotidiano insuportável. O estigma associado ao Bebê-Diabo afetou profundamente a dignidade e o bem-estar dos envolvidos.

Leia mais

A imagem captura um momento de profunda reflexão e transformação. No centro da composição, uma figura solitária caminha por um caminho sinuoso em meio a campos dourados, representando a vulnerabilidade e o desejo de encontrar novas conexões. O céu dinâmico, com tons de azul profundo que se misturam a laranjas vibrantes, simboliza a jornada emocional, cheia de altos e baixos, mas também de esperança e crescimento. As pinceladas expressivas evocam uma sensação de movimento constante, lembrando que a cura não é linear, mas uma jornada contínua.

Através de uma análise pessoal e referências de especialistas como Tim Fletcher, o autor explora a dificuldade em estabelecer novos laços afetivos devido ao Transtorno de Estresse Pós-Traumático Complexo (CPTSD). Traumas acumulados ao longo de anos, especialmente em relacionamentos abusivos, moldam o comportamento, levando à autossabotagem emocional e ao medo de criar novas conexões. O cérebro, na tentativa de se proteger, evita vulnerabilidades e impede a formação de vínculos profundos.

Leia mais

Imagem de um homem preso em fios invisíveis, simbolizando a manipulação psicológica em um relacionamento abusivo. Várias mãos sombrias e ameaçadoras se estendem em sua direção, representando o controle oculto e o poder que o abusador exerce. A expressão do homem é de confusão e angústia, reforçando o impacto emocional da manipulação. Ao fundo, uma figura sombria observa, intensificando o clima opressor. A névoa no cenário e as tonalidades escuras de cinza e azul acentuam a sensação de desorientação e aprisionamento psicológico.

“Só fazem com a gente o que a gente permite.” Essa expressão, tão frequentemente repetida, carrega um peso que parece simples, mas esconde uma complexidade que nem sempre percebemos de imediato. Ao ouvi-la, somos levados a acreditar que temos total domínio sobre as situações que nos cercam, como se bastasse decidir não permitir algo para que ele não ocorra.

Leia mais

10/60